sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Agonias de uma noite fria..
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Acordes em MI maior e depois em TI menor...

Haverá vezes, como hoje, que minha vontade é deitar em seu colo e sentir a paz, mas ao mesmo tempo em que fecho meus olhos acolhidos em seu afago, me recordo de tantas outras vezes que meu coração procurou no céu, o sol e encontrou em seu brilho, a paz... você faz meus dias cinzas ganhar cores... é quando eu lembro de tantas outras vezes que acreditei nos amores...
Haverá vezes, como hoje, que minha vontade é sair correndo e deixa tudo pra trás... que cada passo, cada prédio abandonado, cada estrada vazia, me traga no horizonte uma esperança de que amanhã será diferente... dificilmente é ficar parado e compreender cada mudança... pois as nuances da vida as vezes nos confunde e se perdem por medo... o medo que te traz a certeza que desta vez (talvez) pode dar certo, é quando você se atira e voa sem saber por onde... tudo é tão escuro!
Haverá vezes, como hoje, que minha vontade é me entregar ao pecado, fazer de tudo pra negar todos os sentimentos, tudo aquilo que prego, tudo aquilo que me corroí e que me assolam a meia noite do dia de amanhã, que foi ontem, daquelas insônias me sugam as energias durante o dia e faça sentir uma vontade frenética de fugir de casa, fugir de mim por um instante... te esquecer talvez, seja uma saída de desespero ou de negar “todo o seu amor e carinho”, são bipolaridades de humor que as vezes eu perco o controle, você consegue ter posse de suas emoções? Não, eu não consigo mandar nos meus sentimentos, eles tem vida própria...
Haverá vezes, como hoje, que minha vontade é tentar mais uma vez, dar chance ao novo, sair em busca de algo indefinido que me escapam por entre os dedos e te caçam... e depois me prende em você.
Haverá vezes, como hoje, que minha vontade é largar os lugares e, te abraçar no tempo sem me dispor de algo que não me presenteie mais e que eu tenha neste momento oportuno o desejo de me sentir completo em ti.
...e quando isso acontecer, como neste minuto, eu estarei aqui tentando aprender, buscando entender as nossas diferenças que me reviram o cobertor e tropeçam em meu travesseiro... e que me tragam ares límpidos invadindo meus pulmões e te façam entender que apesar da fuga, das dúvidas, das crises, do escudo estampado em mim, haverá uma flor desabrochando aquilo que desconheço e derramando perfume que transborda em meu olhar... será amor ou paixão? Você me tem em suas mãos...
Estranhos amores que vem e vão...
Estranhos amores que dão e tomam...
Estranhos amores que nos tiram o fôlego...
Estranhos amores que nos reviram a cabeça...
Estranhos amores que se perdem com o tempo...
Estrangeiros foram meus amores que entreguei a alma...
Estranhos meus amores passageiros...
Estranhos estrangeiros que partiram...
São dores da vida, marcas do passado, injustiças pré-concebidas do mundo que julgam sem enxergar duas almas que procuram sua metade perdida sem saber sua forma e cor. Bendito são os conceitos e conservações que dizem que o formal seja o único jeito de manter gêneros uniformes e fazem todos estarem em lugar algum... Cansei de lutar pelos imorais de causas perdidas, eu quero mesmo saber das mentiras que me ditam verdades... cada um sabe o fardo que tem! Eu sei dos meus valores, eu sei a sua cor, eu posso seguir o seu caminho, só me mostre como posso aprender a estar contigo em vezes como hoje... fora do eixo.
Haverá vezes,...
Haverá vozes,...
Haverá vidas,...
Eu vou fazer o seu coração sorrir de novo...!
You again...!
by Sambalhauskiti
In my heart...!

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sábado, 24 de setembro de 2011
Brincando de palavrear
terça-feira, 20 de setembro de 2011
A Menina do Sorriso de Sol [Raios Solares I]

quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Um novo "start" para Caos & Efeito

"Notei que havíamos chegado pois ela dera três passos a mais e mais rápidos que eu para se virar e dizer: minha casa. Naquele momento, era minha vida que descia calçada a baixo, o uso dos pronomes possessivos eram um pouco duros, azedos, ferrosos e agressivos, no entanto dignos, certos, justos e ausentes de mim. Foram poucos os pronomes possessivos, mas o bastante para que eu ficasse apenas fitando tudo o que os dedos da menina podiam apontar e a direção de tudo para onde suas sandálias se moviam. Contudo, eu estava vivo e forte naquele lugar dela, talvez mais do que devesse pois eu andava sozinho, e ninguém mais além de nós dois sabíamos que a misantropia milagreira nos contemplava, aliás, acabo por perceber que o não se dar conta da companhia era o fraco de Niilev, não conseguia premeditar. No fim, pestanejou, se voltou e sorriu do final do corredor daquilo que chamava de sua casa. Eu parti."
(Trecho do Conto de Niilev - Ad Diem (do lat. dia final do prazo) - L.M.N.)
domingo, 17 de julho de 2011
TEMPOS DE BLUES
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